Passeio Público: patrimônio histórico no bairro Centro de Fortaleza

Passeio Público: patrimônio histórico no bairro Centro de Fortaleza 


Foto: arquivo pessoal/ Júlia Gomes

O bairro Centro é um dos bairros mais movimentados da capital cearense, principalmente por conta do comércio, que abrange inúmeras lojas com variados produtos. A origem do bairro aconteceu por volta do século XVII, se desenvolvendo às margens do rio Pajeú. 

Durante o mesmo período, a região passou a ter uma maior importância cultural com a construção de espaços, como lojas e bares.

O Centro agrega consigo a praça mais antiga da capital, a Praça dos Mártires, mais conhecida como Passeio Público, construída no século XVIII, em 1864 e que veio a receber outros nomes como Campo da Pólvora ou Praça da Misericórdia, mas em 11 de janeiro de 1879, o nome oficial da praça foi definido. Na época de seu desenvolvimento, a praça era dividida em três planos destinados a classes altas, médias e baixas.


Foto: arquivo pessoal/ Júlia Gomes

A praça é repleta de belezas naturais com vista para o mar, árvores centenárias, como o famoso baobá, árvore de origem africana, considerada símbolo de resistência e cultura, além de um restaurante que convida o público a saborear suas delícias regionais.

Uma das funcionárias que trabalha no restaurante, informa sobre como funciona o estabelecimento. “Hoje a gente tá tendo música ao vivo, então tem um couvert artístico que é dez reais por pessoa, tem feijoada, tem moqueca, tem outras opções também. As pessoas podem entrar pra dar uma olhadinha no buffet, só que pra se servir é pra pegar a comanda.”, comenta a trabalhadora. O restaurante funciona de segunda-feira à  sexta-feira, no horário de 11h às 15h e no sábado funciona a partir de 11h30 e o buffet segue até 16h.


Foto: arquivo pessoal/ Júlia Gomes


A pedagoga, Cíntia Gomes, comenta sobre a importância do Passeio Público para a capital cearense. ”É um local histórico aqui da nossa cidade, desde muito tempo, há muitos anos, que o Passeio Público é um local turístico. Ele retrata a nossa história. A construção dele foi baseada em alas. Então, era dividido a ala dos mais ricos e a ala dos mais pobres. Tinha toda essa segregação de classe social no Passeio Público”, comenta a profissional. Siga o nosso perfil do Instagram: @distrito085 Confira a rádio reportagem sobre o Passeio Público: Rádio reportagem sobre o Passeio Público

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